Tenente preso por morte de militar aposentado responde também por homicídio de estudante em Ponta Porã

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Tenente preso por morte de militar aposentado responde também por homicídio de estudante em Ponta Porã

 

Carlos Eduardo da Silva Filho é investigado por um segundo crime ocorrido em 2022, quando uma jovem de 21 anos morreu após ser atingida por disparo durante uma tentativa de assalto

O tenente Carlos Eduardo da Silva Filho, preso após a morte de um militar aposentado dentro do 4º Batalhão da Polícia Militar, em Ponta Porã, também responde a processo relacionado à morte de uma estudante de 21 anos, ocorrida em abril de 2022.

O crime aconteceu no dia 11 de abril de 2022, quando o então militar, que estava fora do horário de serviço, trafegava de motocicleta pela região central de Ponta Porã. Ao parar em um semáforo no cruzamento da Rua Vitória com a Avenida Rio Branco, ele teria sido abordado por Daniel Ventura de Lima, durante uma tentativa de assalto.

Conforme consta na descrição do processo, o militar reagiu à abordagem e efetuou vários disparos de arma de fogo contra o suspeito.

Durante a troca de tiros, entretanto, outros disparos atingiram pessoas que passavam pelo local. Entre as vítimas estava a estudante Ingrid Reis Santos, de 21 anos, que foi atingida por um disparo no peito e morreu.

Uma segunda mulher também foi atingida, sofrendo um ferimento na região do abdômen.

O episódio passou a ser investigado pelas autoridades e posteriormente integrou o processo criminal envolvendo o oficial.

Novo caso

Atualmente, Carlos Eduardo da Silva Filho está preso em razão da investigação sobre a morte de um militar aposentado dentro das dependências do 4º Batalhão da Polícia Militar, em Ponta Porã.

O oficial permanece à disposição da Justiça enquanto as circunstâncias do novo crime são apuradas.

As investigações deverão esclarecer a dinâmica dos fatos e as circunstâncias que levaram à morte do militar aposentado. A responsabilização criminal pelos fatos depende da conclusão das investigações e das decisões da Justiça.

A reportagem considera, para fins jornalísticos, que os envolvidos são presumidos inocentes até eventual condenação definitiva.

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Com informações do Ponta Porã informa

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